terça-feira, 31 de dezembro de 2013
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Maus tratos - Como previnir

Para quem tenha conhecimento dos maus-tratosSe conhece uma situação de maus-tratos:• Proporcione apoio e compreensão a quem é alvo deles.• Averigue por meio da vítima a gravidade do assunto e, se for importante, siga os passos para denunciar o assunto ou informar os serviços sociais. A sua intervenção pode contribuir para salvar uma vida.• Não confronte o perpetrador, já que pode pôr em maior perigo a integridade do idoso.• Em muitos países é obrigatório alertar as autoridades quando se sabe de maus-tratos a menores ou idosos. Portanto, se houver evidência deles, deve informar com ou sem consentimento da vítima.• Falar com o médico do idoso pode ser outra via, pois os médicos são obrigados a envolver-se no assunto, providenciando apoio logístico para proteger a vítima de maus-tratos.Esta é uma problemática que, infelizmente, não tem um fim à vista. Mas depende de cada um de nós modificar a situação e melhorar as condições de vida daqueles que, durante anos, se empenharam em fazer o melhor por nós e que agora, na fase final da sua caminhada, necessitam da nossa ajuda, da nossa compreensão e do nosso amor.No próximo número, abordaremos outros aspetos deste tema tão dolorosamente atual.
Manuel Ferro
Redação S&L
Redação S&L
* Texto traduzido e adaptado do livro Disfruta la Vida, de Julián Melgosa, publicado pela editora Safeliz, Espanha, pp. 232-235.
Fonte. Revista Saúde & lar Maio 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Idosos Maltratados
Por Manuel Ferro
O stresse excessivo das pessoas que cuidam dos idosos costuma ativar os comportamentos violentos. Isso nunca os justifica, e muito menos com idosos indefesos.
Em todo o caso, a prevenção deste problema requer uma redução suficiente do stresse.
Este provém de factos como a deterioração da pessoa idosa, que cada vez exige mais cuidado e atenção; as situações familiares (relações com o cônjuge, filhos adolescentes e jovens); os problemas económicos, laborais ou de saúde. Uma combinação negativa de circunstâncias pode ocasionar impaciência, intolerância e frustração no cuidador e pode resultar numa agressão física. Infelizmente, quem paga as consequências é o idoso, que se torna mais vulnerável, à medida que diminui a sua autonomia, para se defender e para denunciar o caso.
O risco acentua-se nas mulheres e nos idosos que dependem por completo dos seus agressores. E nestes últimos, o risco de que agridam é maior se não possuem resiliência, ou se têm antecedentes de maus-tratos. Também existe esse risco em depressivos, em alcoólicos e naqueles que não veem utilidade ou alguma recompensa em cuidar do idoso.
Os sintomas
Muitos dos casos chegam a conhecer-se e a resolver-se devido à observação de uma pessoa exterior à família ou por ação de pessoal de saúde que trata a pessoa e que descobre:
• Feridas, nódoas negras, ampolas.
• Fraturas de ossos ou deslocações de articulações.
• Perda de cabelo ou de peça dentária.
• Óculos partidos.
• Doses excessivas ou carência de medicamentos.
• Marcas de corda que indicam atadura.
Quando o idoso requer atenção física por danos diversos causados em momentos diferentes, o cuidador-perpetrador recorre astutamente a um centro de saúde diferente de cada vez, para que não descubram e suspeitem dos múltiplos “acidentes”. Também costuma arranjar desculpas para que os amigos, vizinhos, etc., não visitem o idoso. Assim evita ser descoberto.
Frequentemente, não há a intenção de causar dano, mas o agressor chega ao limite da sua tolerância e acaba por causar prejuízos ao idoso. Embora isso não justifique o ato, completamente inaceitável, a sua consumação pode e deve servir como alerta para tomar consciência do perigo e aplicar todas as medidas preventivas possíveis.
Fonte: Revista Saúde & Lar ed maio/2013
domingo, 8 de dezembro de 2013
A Atividade Física como agente anti-stress
Fonte: Revista Men's Health Outubro de 2013 pag 17 - edição 148
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Demência
Para além da devastação no âmbito da saúde mental do
indivíduo, a demência causa transtornos emocionais e sociais na vida dos
familiares. Para Andreasen (2004) "a marca típica de todas as demência é o
défice da memória e da cognição que é acompanhado por um declínio geral da
capacidade relacional ou funcional quer no trabalho quer na vida social".
O DSMIV identifica os quatro elementos característicos
existentes nas demências:
- Amnésia:
perda da memória;
- Agnosia:
incapacidade de reconhecer objectos mesmo quando a percepção sensorial
esteja intacta.
- Apaxia:
diminuição da capacidade de desenvolver actividades motoras apesar de a
função motora permanecer intacta.
- Afasia:
perturbação da linguagem.
Entretanto, a existência dos sintomas acima indicados
não significa que o idoso esteja a sofrer um tipo de demência. Os sintomas
expostos podem ser causados derivados de confusão. Para Hill (2005) "na
confusão haverá, por regra, perturbação da consciência (...) podendo durar
horas e dias". A confusão no idoso pode ser derivada de uso ou abstinência
de medicamento, intoxicação, infecções gerais, depressão, tristeza pela morte
do cônjuge ou familiares, entre outros.
A demência poderá eventualmente ter uma predisposição
genética mas o seu aparecimento pode ser evitado ou retardado devido ao estilo
de vida, alimentação saudável, desenvolvimento de actividades físicas e
cognitivas e sobretudo o saber lidar com as emoções.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
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